Domingo, 4 de Maio de 2008

Falas, e não sabes que poucas palavras já são demais

Todos os passos dados rumam ao lugar que se encolheu

Pois escravo, não diz a falta de uma sombra

Não sonha.

Jaz.

Nem uma réstia de silêncio animou as palavras ditas.

3 comentários:

Carlos disse...

e daí sai um quadro esbatido, da solidão...


see you

Vieira Calado disse...

Um poema elegante.
Cumprimentos

M.A.Silva disse...

obrigada